terça-feira, junho 01, 2004
 
:: Trilha Sonora



Acabo de assistir - pela segunda vez - Quase Famosos. E essa é mais uma das minhas recomendações. Cameron Crowe fez um roteiro bacanérrimo. Mesmo. E, pelo que ouvi, o filme tem muito da vida dele. Rock dos anos 70, revista Rolling Stone, jornalismo, fãs, MÚSICA! O diretor acompanhou parte de uma turnê da banda Led Zeppelin e usou no filme um grupo "fantasia", Stillwater, pra contar algumas vivências. E deu certo. Gosto de uma fala de Penny Lane (Kate Hudson) mais ou menos assim: "Se você se sentir solitário vá a uma loja de discos e visite os amigos". E quer saber? É batata. Acertou na mosca! A trilha do filme é do cacete! Tem The Who, Elton John, Yes, Lynyrd Skynyrd, Bowie. Só coisa da melhor categoria. E foi aí que comecei a lembrar de trilhas que marcaram a minha vida. E tem um monte de coisa da pesada. Tem, só pra começar, a trilha do "Easy Rider". Puro Rock and Roll. Saca só uma palhinha: The Pusher, Born to be Wild, The Weight, If Six was Nine e por aí vai... Deu gostinho, confesa! E tem a trilha do Alta Fidelidade que é foda. A peça é igual ao filme que é igual ao livro. E eu li o livro, assisti o filme no cinema e fui à peça, "A Vida é Cheia de Som e Fúria", de Felipe Hirsch, com o gato e espetacular protagonista Guilherme Weber. O nome da peça foi inspirado em uma ?passagem? de Macbeth, de Shakespeare. E pirei com a trilha. Dos 3. Porque você lê o livro ouvindo um som, claro. No filme tem The Velvet Underground, Jack Black, Bob Dylan... Na peça, não me lembro ao certo. E, pelo que dizem por aí, a trilha mudava de acordo com o dia da peça... Porque era tanta coisa bacana pra tocar que não dava pra conciliar tudo. Enfim, é isso. Eu adoro cinema e fico ligadona nas trilhas.