sexta-feira, março 21, 2003
 
:: Som e Fúria

(ao som de The Lost Grooves)

Enquanto eu fazia o meu trabalho para a aula de cinema brasileiro e, paralelamente conversava com meu companheiro de blog, li um trecho do texto do Ramos que me lembrou uma porção de coisas. Em um momento, ele diz que as discussões sobre o cinema dos anos 60 e 70 foram cheias de "som e fúria". Fui imediatamente para Macbeth, de Shakespeare, a referência vem daí. Em seguida cheguei na Livraria da Travessa, na Visconde de Pirajá, na Cidade Maravilhosa, onde fui todos os dias de uma quinzena de janeiro que viajei com meu ex... Era um dos nossos programas preferidos. Nestes mesmos dias, li Rei Lear, Shakespeare. Antes, em dezembro, tinha engolido Hamlet e Romeu e Julieta. Não interrompi a digressão aí... Corri pra Sampa, para o teatro do sesc consolação, para a peça “A vida é cheia de Som e Fúria” que fui com o Pedrinho em um dia qualquer de fevereiro. E então rememorei a trilha toda, genial, também o livro e o filme baseados na mesma obra, “Alta Fidelidade”. Foi um parenteses necessário para prosseguir e escrever, com mais inspiração, sobre o popular no cinema brasileiro, trabalho que, aliás, entrego hoje para o professor e faço uma exposição em sala de aula (!!) Terror! Para fechar com chave-de-ouro fiquei com a imagem do ator principal, Guilherme Weber. Mulherada, não perca esse babado!