sábado, março 22, 2003
 
::Histórias de um escritor

(ao som de Péricles Cavalcanti)

Hoje comecei o dia chorosa por ter pulado da cama cedo. Ontem a noitada foi até tarde, caí meio de pára-quedas em uma festa do pessoal da Trip. Os discos eram geniais, só tocou vinil da melhor categoria. Saca só: Steve Wonder, Aretha, Jorge Ben dos anos 70, Lou Reed e assim vai. Hoje o despertador tocou por um bom motivo, ao menos. Aliás, despertei ao som de Chico Buarque, nada melhor. Fui a uma entrevista coletiva na PUC com o João Carrascoza, publicitário e escritor. Fiquei ouvindo suas histórias interessantes. O sujeito é muito carismático. “A literatura é uma declaração de amor”, dizia ele, com a emoção à flor da pele, dava pra sentir. Contou como o imaginário dele já nasceu fértil, principalmente por ser de uma cidade do interior onde as histórias borbulham. Muito bacana foi o que ele disse da publicidade. Primeiro deve-se se conhecer os mecanismos emocionais das pessoas. Um publicitário tem de entender de gente. A técnica você acaba aprendendo na marra. Genial! Gosto do contato com pessoas “humanistas”. Meu companheiro de blog me traz esse prazer. Sinto-me convivendo com uma pessoa assim, “emocional”...